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Estimulação magnética transcraniana: o que a evidência mostra e para quem ela serve
A EMT é uma técnica não invasiva de neuromodulação com indicações crescentes em psiquiatria. O que a evidência sustenta — e o que a distingue das outras abordagens no manejo de quadros refratários.
TDAH no adulto: por que tantos diagnósticos chegam tarde?
O TDAH é frequentemente associado à infância — mas a maioria dos adultos que recebem esse diagnóstico hoje passou décadas sem ele. Por que isso acontece, e o que muda quando o diagnóstico finalmente chega.
Tristeza não é depressão — mas a diferença importa clinicamente
Tristeza é uma emoção humana fundamental. Depressão é um estado clínico com fisiopatologia própria. Confundir as duas não é apenas um erro semântico — tem consequências reais para quem está sofrendo.
Insônia não é frescura: o que a medicina do sono mudou no diagnóstico psiquiátrico
Durante décadas, a insônia foi tratada como sintoma de outra coisa — depressão, ansiedade, estresse. A compreensão atual inverte essa lógica, com consequências importantes para o tratamento.
Inflamação e depressão: o que a hipótese monoaminérgica não explica
Cerca de 30 a 40% dos pacientes deprimidos apresentam marcadores inflamatórios elevados. Essa observação não é periférica — ela reformula o modo como compreendemos a biologia da depressão e orientamos o tratamento.
Transtorno bipolar e depressão unipolar: o custo clínico de uma distinção que demora a chegar
Em média, pacientes com transtorno bipolar esperam entre 7 e 10 anos para receber o diagnóstico correto. Quase sempre chegam identificados como depressão. O que se perde nesse intervalo — e como a clínica pode encurtá-lo.
Apneia obstrutiva do sono: a comorbidade que a psiquiatria costuma ignorar
Taxas de apneia obstrutiva do sono chegam a 40-80% em populações psiquiátricas — e a condição não tratada atua como fator de manutenção de depressão, prejuízo cognitivo e instabilidade do humor. O que muda quando ela é diagnosticada e tratada.
Transtorno de ansiedade generalizada: entre a preocupação patológica e o tratamento que funciona
O TAG é o transtorno de ansiedade mais prevalente na atenção primária e um dos mais mal tratados. O que distingue preocupação patológica de sofrimento ordinário — e qual a hierarquia de evidências para o tratamento.
Depressão resistente ao tratamento: quando o diagnóstico é apenas o começo
Cerca de um terço dos pacientes com transtorno depressivo maior não responde adequadamente a dois ou mais antidepressivos. O que esse número revela — e o que ele exige da clínica.
Higiene do sono: além das listas de recomendações
O termo \"higiene do sono\" tornou-se lugar-comum. Mas o que a neurociência do sono realmente sustenta — e onde as recomendações populares divergem da evidência clínica.
Estimulantes no TDAH: o que a evidência diz sobre segurança em longo prazo
O medo de prescrever estimulantes é um dos maiores obstáculos ao tratamento adequado do TDAH. A evidência acumulada nas últimas décadas merece ser lida com cuidado — e sem as distorções que circulam em ambos os extremos do debate.
Autismo em adultos: mascaramento, diagnóstico tardio e o que muda depois
Uma parcela significativa de adultos com TEA passa décadas sem diagnóstico — especialmente mulheres e pessoas com QI médio ou acima da média. O fenômeno do mascaramento explica parte dessa invisibilidade. O que ele custa, e o que o diagnóstico oferece.
TDAH em adultos: o custo clínico do diagnóstico tardio
A maioria dos adultos com TDAH passou décadas sem diagnóstico. As consequências vão além da produtividade — e o reconhecimento tardio abre uma janela terapêutica específica.
Superdotação e saúde mental: vulnerabilidades que a inteligência não protege
Há um mito persistente de que pessoas superdotadas são naturalmente adaptadas — que a inteligência confere resiliência emocional. A clínica e a pesquisa contam uma história mais complexa.
Dupla excepcionalidade: quando o talento e a neurodivergência coexistem — e se encobrem
Pessoas duplamente excepcionais — superdotadas e com uma condição neurodivergente concomitante — enfrentam o paradoxo clínico de ter habilidades que encobrem dificuldades, e dificuldades que encobrem habilidades. O resultado, frequentemente, é que nenhuma das duas dimensões recebe o suporte que merece.